CPI da Saúde retoma trabalhos na próxima semana e deve votar novas convocações

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A Câmara Municipal de Sorocaba retoma, na próxima semana, os trabalhos da CPI da Saúde. A comissão marcou a próxima sessão para o dia 12, quando os vereadores devem analisar e votar novas convocações para oitivas previstas para as semanas seguintes. Além disso, a expectativa entre parlamentares é de que os chefes dos fiscais de contratos sejam chamados para prestar depoimento. Dessa forma, a CPI tenta avançar em uma fase considerada decisiva. Ao mesmo tempo, o ambiente político segue pressionado por cobranças públicas e questionamentos recorrentes.

Segundo informações disponíveis no site oficial da Câmara, o calendário legislativo pode ser acompanhado em https://www.camarasorocaba.sp.gov.br, onde também constam pautas e atas das sessões.

CPI não se reúne na primeira semana após o recesso

A CPI da Saúde não se reúne na primeira semana após o recesso legislativo. Segundo vereadores, a decisão ocorreu por consenso, já que a Câmara agendou, para o dia 5, uma reunião da Comissão de Ética. Nesse contexto, os parlamentares devem analisar um pedido de cassação contra a vereadora Tatiane Costa.

Portanto, a pauta ética ganhou prioridade. Ainda assim, a retomada da CPI já tem data definida. Enquanto isso, os bastidores políticos seguem movimentados, com reflexos diretos no andamento das investigações.

Comissão de Ética analisa denúncia contra vereadora

De acordo com o relator da CPI da Saúde, Cristiano Passos, a Comissão de Ética vai analisar uma denúncia apresentada por um munícipe. A representação trata da publicação de uma foto feita pela vereadora Tatiane Costa, na qual ela aparece com um livro sobre Carlos Alberto Brilhante Ustra, condenado por tortura durante a ditadura militar.

Além disso, o caso ganhou repercussão após ser noticiado pelo jornal Cruzeiro do Sul, em setembro de 2025, disponível em https://www.jornalcruzeiro.com.br. Contudo, a vereadora afirmou não ter conhecimento do teor da denúncia. Nesse ínterim, o tema segue gerando debate dentro e fora da Câmara.

CPI da Saúde enfrenta impasses e críticas internas

Os trabalhos da CPI da Saúde seguem marcados por impasses e discussões intensas. Um dos principais pontos de tensão envolve o pedido de vereadores para ouvir o ex-secretário municipal da Saúde, Vinicius Rodrigues. Inclusive, o ex-secretário já declarou que deseja prestar depoimento.

Em nota divulgada anteriormente, a defesa afirmou que ele lamenta o fato de a CPI não ter iniciado os trabalhos ouvindo os ex-gestores e os responsáveis diretos pelas contratações investigadas. Assim, o debate permanece sem consenso. Ainda assim, a pressão por avanços aumenta entre os parlamentares.

Investigações avançam em ritmo considerado lento

Até o momento, a CPI da Saúde realizou quatro reuniões. Entretanto, mesmo após as primeiras oitivas, a oposição segue criticando o ritmo considerado lento. Além disso, o cenário se agravou pelo longo intervalo entre a coleta das assinaturas para a criação da CPI e a aceitação formal do pedido pelos vereadores.

Posteriormente, esse atraso passou a ser associado à segunda fase da Operação Copia e Cola. Por isso, a comissão atua sob forte cobrança pública e atenção da sociedade civil.

Operação Copia e Cola ampliou pressão política

A Operação Copia e Cola ocorreu em duas fases, conduzidas pela Polícia Federal. Na primeira, a investigação apontou indícios de superfaturamento e irregularidades em processos licitatórios na área da saúde, conforme divulgado em https://www.gov.br/pf.

Já na segunda fase, a apuração se aprofundou. Como resultado, o então prefeito Rodrigo Manga foi afastado do cargo, e o empresário Marcos Mott e o pastor Josivaldo Batista foram presos e posteriormente liberados. Logo, o ambiente político ficou ainda mais sensível.

Sessões da CPI têm conflitos e decisões contestadas

As sessões da CPI da Saúde também ficaram marcadas por debates acalorados e decisões contestadas. A terceira reunião, por exemplo, terminou de forma abrupta após decisão do presidente da comissão, Cláudio Sorocaba.

Entretanto, parlamentares relataram confusão, já que uma proposta apresentada por Dylan Dantas não chegou a ser votada. Assim, a condução dos trabalhos passou a ser alvo de críticas internas.

Retorno da CPI ocorre sob pressão política

Todos os vereadores participam da CPI da Saúde, com exceção do presidente da Câmara, Luis Santos. O retorno das atividades ocorre em meio a cobranças por mais objetividade, transparência e resultados concretos.

Por fim, a expectativa é de que a próxima sessão traga encaminhamentos mais claros e decisões efetivas. Enfim, a CPI entra em uma etapa considerada decisiva.


Perguntas frequentes sobre a CPI da Saúde em Sorocaba

Quando a CPI da Saúde retoma os trabalhos?

A CPI retoma as atividades no dia 12, após o recesso legislativo.

Quem deve ser convocado nas próximas oitivas?

A expectativa é de convocação dos chefes dos fiscais de contratos.

Por que a CPI não se reúne na primeira semana após o recesso?

Porque a Câmara priorizou a reunião da Comissão de Ética no dia 5.

A CPI já realizou oitivas?

Sim. Até agora, a comissão realizou quatro reuniões e ouviu fiscais de contratos.

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