
Salário mínimo sobe para R$ 1.621 e começa a ser pago nesta semana
O novo salário mínimo nacional começou a ser pago nesta semana e já aparece no contracheque referente ao mês de janeiro. O valor foi reajustado para R$ 1.621, o que representa um aumento de R$ 103, ou 6,79%, em relação ao piso anterior. Além disso, o reajuste foi oficializado pelo Decreto nº 12.797/2025, publicado no site oficial do Governo Federal. Dessa forma, milhões de trabalhadores e beneficiários já sentem o impacto direto no orçamento. Ao mesmo tempo, o novo valor passa a influenciar indicadores econômicos relevantes.
Reajuste segue política de valorização do salário mínimo
O governo federal aplicou o reajuste com base na política de valorização do salário mínimo, que considera a inflação medida pelo INPC e o crescimento do Produto Interno Bruto. Ao mesmo tempo, o cálculo respeitou as regras do novo arcabouço fiscal, conforme diretrizes divulgadas pelo Ministério da Fazenda. Nesse sentido, o aumento real ficou limitado a até 2,5% acima da inflação do ano anterior. Ainda assim, o novo valor representa um ganho relevante para quem recebe o piso nacional. Portanto, a política mantém seu papel social.
Segundo estimativas oficiais, o reajuste deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia ao longo de 2026. Assim, o impacto vai além da renda individual e alcança o consumo, o comércio e os serviços. Consequentemente, diversos setores podem sentir reflexos positivos, como apontam análises econômicas publicadas pelo portal Collorau em matérias sobre economia e mercado de trabalho.
Aposentados e pensionistas já recebem novo valor
Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social começaram a receber o novo salário mínimo a partir do dia 26. De acordo com dados do Dieese, o reajuste impacta diretamente 61,9 milhões de brasileiros. Dessa maneira, o alcance do aumento é amplo. Além disso, o reajuste fortalece a renda de milhões de famílias em todo o país.
O salário mínimo também serve como referência para diversos benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e salário-família. Assim, o novo valor influencia diferentes políticas públicas e programas sociais.
Impacto do reajuste nas contas públicas
O aumento do salário mínimo provoca efeitos diretos nas contas do governo. Segundo estimativas divulgadas pelo Ministério do Trabalho, o impacto combinado do reajuste com medidas de isenção do Imposto de Renda pode chegar a R$ 110 bilhões na economia. Ao mesmo tempo, a Previdência Social terá um custo adicional estimado em R$ 39,1 bilhões. Ainda assim, o governo avalia que o estímulo ao consumo ajuda a compensar parte desse valor.
Nesse contexto, o salário mínimo continua sendo uma ferramenta central da política econômica e social. Dessa forma, sua atualização anual segue acompanhada de perto por especialistas e gestores públicos.
Contribuições ao INSS com o novo salário mínimo
Com o novo piso nacional, os valores de contribuição ao INSS também foram atualizados. As informações seguem as regras disponíveis no portal oficial do INSS e refletem os seguintes valores:
Plano normal (20%): R$ 324,20
Plano simplificado (11%): R$ 178,31
Baixa renda (5%): R$ 81,05
MEI (5%): R$ 81,05
Assim, trabalhadores autônomos, facultativos e microempreendedores individuais passam a contribuir com valores ajustados, garantindo acesso aos benefícios previdenciários.
Benefícios do INSS e seguro-desemprego
Os benefícios do INSS pagos no valor do piso nacional receberam reajuste integral de 6,79%, chegando a R$ 1.621. Já os benefícios acima do piso tiveram reajuste de 3,90%, correspondente ao INPC de 2025. O teto do INSS passou a ser de R$ 8.475,55.
No caso do seguro-desemprego, os valores foram reajustados pelo INPC e estão em vigor desde 11 de janeiro. A parcela mínima passou a ser de R$ 1.621, enquanto a máxima chega a R$ 2.518,65. Dessa maneira, o benefício acompanha a atualização do salário mínimo e garante proteção ao trabalhador desempregado.
Expectativa para a economia em 2026
Com mais dinheiro circulando, a expectativa é de estímulo ao consumo e à atividade econômica ao longo de 2026. Assim, setores como comércio e serviços tendem a sentir os efeitos mais rapidamente. Ao mesmo tempo, analistas seguem atentos ao impacto fiscal e à sustentabilidade das contas públicas. Gradualmente, o cenário econômico deve se ajustar.
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